domingo, 11 de abril de 2010

Resumo de Geografia

As mudanças no Espaço dos Indígenas

Os índios brasileiro mantinham de maneira harmoniosa com a natureza.
Eles formavam , em sua maioria, sociedades viviam da caça,da pesca,da coleta e da agricultura,obtendo da natureza os recursos necessário para a sobrevivência,sem agredir a natureza e sem provocar extinção a qualquer ser vivo.
O espaço dos índios era marcados pelos elementos da natureza, como rios ,animais , além das aldeias construídas com produtos naturais.


Um Espaço Geográfico que Resultou da Exploração

Os portugueses precisavam de muitas mercadorias para comercializar na Europa.Era preciso vender muitos produtos para pagar os grandes investimentos feitos pelos comerciante da época em navios, marinheiros, cartógrafos e tudo o mais que fosse necessário para navegar.
Dessa forma, a principal meta do portugueses a partir do século XVI era obter lucro com os produtos retirados das terras brasileira

A Exploração do Pau-Brasil

No inicio do período colonial, a Coroa Portuguesa sonhava encontrar pedras preciosas e ouro no Brasil.Mas no primeiro momento nada foi encontrado:aqui,ao contrário do que ocorrera nas possessões espanholas,as jazidas estavam longe do mar e dos olhos dos conquistadores.Então,os portugueses resolveram explorar o que era mas acessível na época, que era o pau –brasil.
Essa madeira tinha um grande valor na Europa,porque dela se extraía um pigmento avermelhado muito usado no tingimento de tecido.

O que são feitorias

Durante essa fase inicial da colonização do Brasil, os portugueses se preocuparam com a defesa das terras descobertas.Através de contratos de ricos comerciantes,a metrópole construiu defesas fortificadas ao longo do litoral brasileiro.Chamadas de feitorias, essa fortificações eram cercadas por uma paliçada e guarnecidas por soldados e colonos.

A Primeira Divisão Política da Território Brasileiro

Uma da maiores preocupações dos colonizadores portugueses era administrar um território
Gigantesco como o brasileiro.Havia o temor de que outros países europeus invadissem o Brasil.Por isso,foram enviadas expedições para proteger a costa brasileira de piratas e saqueadores.Mas era preciso ocupar,de fato,o vasto território

A Cana- de –Açúcar Valoriza a Colônia


Em apenas meio século, a economia do pau-brasil viveu três fases distintas :crescimento ,auge e declínio .Foi , portanto,um ciclo econômico .Durante algum tempo a exploração do pau-brasil foi principal atividade econômica da colônia .Desse modo ,no inicio do século XVI quase todas as outras atividades econômicas da colônia dependiam da extração dessa madeira.


Finalmente, as Riquezas Naturais

Desde o inicio da colonização do território brasileiro,os exploradores(e a Coroa Portuguesa)tinham a intenção de encontrar metais preciosos,especialmente a prata e o ouro que tinha grande valor na Europa como moeda de troca para as atividades comercias.Escreva-se,assim um novo ciclo econômico do Brasil colônia:por volta de 1700,o ouro passou ocupar o centro da economia brasileira.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios.

Uma das características mais marcantes das briófitas é a ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas.

O musgos e as hepáticas são os principais representantes das briófitas. O conjunto de musgos forma uma espécie de "tapete" esverdeado, observado comumente nos solos, muros e barrancos úmidos. Podem formar uma ampla cobertura sobre o solo, protegendo-o contra a erosão.

As briófitas não tem raízes. Fixam-se ao solo por meio de filamentos chamados rizóides, que absorvem a água e os sais minerais de que o vegetal necessita. Também não possuem verdadeiro caule. Tem uma haste denominada caulóide que não apresenta vasos para a condução da seiva. Suas "folhas" denominam-se filóides e são apenas partes achatadas do caulóide.

Reprodução:

A reprodução das briófitas apresenta duas fases: uma assexuada e outra sexuada.Os musgos verdes que podemos ver num muro úmido são plantas sexuadas que representam a fase chamada de gametófito, isto é, fase produtora de gametas.

O gametófito masculino produz gametas móveis, com flagelos, chamados de anterozóides. Já o feminino produz gametas imóveis, chamados de oosferas. Levados pelas gotas de chuva, os anterozóides alcançam a planta feminina e nadam em direção à oosfera. Da união de um anterozóide com uma oosfera, surge o zigoto, que, sobre a planta feminina cresce e forma um embrião, que se desenvolve originando a fase assexuada chamada de esporófito, isto é, fase produtora de esporos.

O esporófito possui uma haste e uma cápsula, no interior da qual formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode formar uma espécie de "broto" chamado de protonema. Cada protonema, por sua vez, desenvolve-se e origina um novo musgo verde (gametófito).

As briófitas enfrentam os mesmos problemas de sobrevivência que as plantas vasculares no ambiente terrestre. A água é essencial para o metabolismo, mas é um suprimento limitado errático no ambiente acima do solo. Briófitas e plantas vasculares exemplificam dois padrões alternativos de adaptação a essas condições. As briófitas têm de utilizar a água onde e quando ela está disponível acima do solo, enquanto as plantas vasculares possuem raízes e um sistema de condução eficiente.

Muitas briófitas estão confinadas a ambientes úmidos, mas algumas são capazes de tolerar a deficiência hídrica e outras são extremamente tolerantes à dessecação e altamente adaptadas a uma existência poiquilo-hídrica, ocorrendo, desse modo, em ambientes hídricos, mésicos e xéricos.

As briófitas são bastante diversificadas em suas adaptações para a absorção e condução de água. Nas espécies ditas endo-hídricas, a água é absorvida do substrato e conduzida internamente até os filídios ou outra superfície evaporante, através de um sistema condutor, o qual é bem mais simples que o xilema das plantas vasculares. Ocorrem, em geral, em substratos úmidos, permeáveis e estão bem representadas na base de troncos de árvores, em brejos e em solos bem drenados. Nas briófitas ecto-hídricas, a água é facilmente absorvida (e perdida) e conduzida sobre a sua superfície, sendo o movimento desta muito mais difuso. Ocorrem principalmente em substratos impermeáveis e com pouca disponibilidade de água, tais como troncos de árvores, rochas e em solos pedregosos e compactados. São capazes de armazenar grandes quantidades de água após a chuva ou orvalho. Existem muitas briófitas que combinam mecanismos de condução endo e ecto-hídricos, sendo chamadas, então, de "mixo-hídricas".

A condução de água nas briófitas, assim, pode se processar pelos seguintes mecanismos:

a - através de células condutoras especializadas, os hidróides, os quais são desprovidos de protoplasto vivo na maturidade mas não apresentam paredes celulares lignificadas; existem, também, células condutoras de fotossintatos, os leptóides, que mantêm vivo o seu protoplasto na maturidade.

b - através de espaços intercelulares;

c - de célula a célula, através das paredes celulares;

d - por espaços capilares externos;

e - através de células parenquimáticas condutoras;

f - através de células hialinas especializadas, providas de poros.

Um cilindro central bem desenvolvido é característico das briófitas endo-hídricas, especialmente as de maior dimensão. A condução capilar externa é especialmente importante em muitas espécies ecto-hídricas. Entretanto, tais caminhos respondem apenas por uma parte do movimento da água em cada caso. No córtex do caulídio, na lâmina do filídio e nas formas talosas (hepáticas e antóceros), muita água deve movimentar-se ao longo das paredes celulares ou de célula a célula.

Os sistemas de condução capilar são diversos e complexos, incluindo os espaços entre filídios, entre filídios e caulídio e em meio aos rizóides e tomentos, bem como entre as papilas que cobrem a superfície das células. Poucas são as briófitas que apresentam sistemas capilares internos formados por células especializadas, podendo-se destacar, nesse aspecto, as famílias Sphagnaceae, Leucobryaceae e Calymperaceae. Em tais briófitas existem células hialinas sem conteúdo protoplasmático vivo, providas de poros, denominadas de leucocistos, que atuam eficazmente na condução célula a célula. O sistema capilar interno também está representado pelo transporte via parede celular e deve ocorrer, principalmente, entre as briófitas endo-hídricas.

Espaço Geografico no Imperio Colonial

A partir dos séculos XV e XVI, a expansão da rede comercial incorporou e provocou o desenvolvimento tecnológico. As invenções da caravela, da bússola e do astrolábio criaram novas possibilidades de navegação a longa distância. Foi o momento da transição do feudalismo para o capitalismo. O feudalismo apoiava-se numa relação social definida pela dependência entre senhores e vassalos, no trabalho servil, numa economia rural que tendia à auto-suficiência e num sistema político descentralizado. No capitalismo, as empresas especializam-se na produção de um determinado produto, possibilitando o intercâmbio de diferentes mercadorias. O Capitalismo comercial inaugurou, assim, o comércio em larga escala e intercontinental, integrando América, África, Europa e Ásia. O uso da pólvora foi fundamental para a submissão dos povos que compulsoriamente se viram integrados à nova ordem econômica européia. O Mercantilismo, doutrina econômica e política do capitalismo comercial, criou as bases de uma nova geografia européia e mundial. Fortaleceu a unificação territorial a partir de um governo centralizado, dando origem aos Estados Nacionais europeus. Ao mesmo tempo em que se desenvolvia o comércio em larga escala, ocorria o desenvolvimento da manufatura, em substituição às corporações de ofício remanescentes do período feudal

A Formação da Europa Feuda

Os romanos, a exemplo dos gregos, chamavam de "bárbaros" a todos aqueles que não tinham seus costumes e que não falavam sua língua. Entre esses povos, estavam os germanos, cujas invasões provocariam a desestruturação do Império Romano do Ocidente.

A partir do fim do século III, com o enfraquecimento do poderio de Roma, alguns povos que habitavam nas proximidades das fronteiras do Império começaram a se instalar pacificamente em seu território, como aliados, isto é, como colonos e, sobretudo, como soldados.

No final do século IV, os hunos, povo guerreiro de origem asiática, chegaram a Europa oriental e mudaram esse quadro, acelerando o processo de desintegração do Império Romano. Praticamente empurrados pelas invasões dos hunos. Os povos germânicos levariam de roldão as fragilizadas defesas das fronteiras romanas. Assim, francos, burgúndios, alamanos, ostrogodos, visigodos, anglos saxões invadiam e pilhavam as cidades do Império.

Em 410, os visigodos ocuparam a península Itálica, tomando e saqueando Roma. Os vândalos, por sua vez, avançaram pela península Ibérica, atravessaram o estreito de Gibraltar e estabeleceram-se no norte da África.

O golpe definitivo ocorreu em 476, quando Odoacro, chefe dos hérulos, destronou o imperador de Roma, pondo fim ao Império Romano do Ocidente. Esse acontecimento assinala a passagem entre Antiguidade e a Idade Média na Europa ocidental.

Assim, ao término do século V, toda a porção ocidental do Império Romano, agora sob o domínio dos germanos, começava a assumir uma configuração inteiramente diversa, do ponto de vista de sua organização social, política e econômica. Era o mundo feudal que começava a se formar.

Mas seriam necessários mais de três séculos para que as estruturas da nova sociedade estivessem plenamente consolidadas. Nesse período, a administração centralizada do Império Romano daria lugar a diversos reinos, como o dos ostrogodos, o dos francos e outros nos quais vigoravam formas descentralizadas de poder.

De todos os reinos feudais, o mais duradouro foi o dos francos. Por volta do século IX, seu poder era tão grande que alguns acreditavam na possibilidade de o Império Romano do Ocidente voltar a surgir.

A base social dos reinos feudais se constituiria a partir do encontro e da combinação de tradições, costumes, crenças e estruturas sociais herdadas dos romanos e dos povos germânicos.

Predicativo do Sujeito

Na Gramática, Predicativo é o termo da oração que atribui uma característica, uma propriedade, um estado ao sujeito.

Alguns verbos não têm (ou perdem, em certos contextos) uma significação definida, no sentido de que não exprimem ações ou processos suscetíveis de serem atribuídos a algo.

Tais verbos contêm um significado puramente gramatical. Limitam-se a transmitir a idéia em referência a um estado permanente (ser), um estado transitório (estar), permanência de estado (continuar), aparência de estado (parecer), mudança de estado (ficar, vir) e outras semelhantes.

Desse modo, estes verbos necessitam de um complemento especial que atribua ao predicado um verdadeiro sentido, que permite exprimir efetivamente um estado ou qualidade atribuíveis ao sujeito.

"Ser" é o único verbo que é usado quase exclusivamente como copulativo. Praticamente, só na linguagem filosófica é utilizado como verbo intransitivo, assumindo o significado de "existir" (O ser é; o não ser não é.). No entanto, vários verbos significativos podem assumir valor copulativo, como é o caso dos já referidos estar, ficar, andar, permanecer, continuar, parecer, vir.

Predicativo do sujeito é, portanto, o nome ou expressão equivalente que se associa a um verbo copulativo para lhe atribuir sentido.

É o termo que indica uma qualidade ou um estado do sujeito ou do objeto direto ou do objeto indireto. No predicado nominal sempre existe predicativo do sujeito. No predicado verbo-nominal, sempre existe predicativo do sujeito ou do objeto direto o do objeto indireto. Exemplos:

Ele está triste.
Predicativo do sujeito: triste.
Os alunos são inteligentes.
Predicativo do sujeito: inteligentes.
O trem está quebrado.
Predicativo do sujeito: quebrado.
Nomeei José o meu secretário.
Predicativo do objeto direto: o meu secretário.
Chamei-o de ladrão.
Predicativo do objeto direto: ladrão.
O predicativo pode ser:

a) do sujeito;
b) do objeto direto;
c) do objeto indireto.

Oração Sem Sujeito

Ocorre quando não podemos atribuir a nenhum ser a informação contida no predicado. Nesse caso o verbo é chamado de impessoal e o sujeito é chamado de inexistente.

Ocorre nos seguintes casos:

1) Com o verbo haver significando existir

Ex. Há 10 alunos na sala.

2) Com os verbos ser, estar e fazer indicando tempo cronológico ou fenômenos metereológicos.

Ex. Está frio.

3) Verbos que indicam fenômenos da natureza:chover,anoitecer,nevar,trovejar…

Ex. Venta muito aqui.

Observações Importantes.

1)Se o verbo que indica fenômeno da natureza for empregado no sentido figurado, então haverá sujeito:

Ex. Chovem alegrias naquela casa.

“alegrias” é o sujeito.

2)O verbo existir possui sujeito:

Ex. Existem gatos no telhado.

“gatos” é o sujeito
O verbo existir não é impessoal